Na última sexta feira, a literatura perdeu dois grandes ícones. Harper Lee, autora de um dos maiores clássicos da literatura, O Sol é Para Todos, morreu na cidade natal dela, Monroeville, no Alabama, nos Estados Unidos.
E Umberto Eco escritor italiano, mais famoso pela obra O Nome da Rosa, segundo as informações da mídia italiana fornecidas por um familiar, o autor e semiólogo estava em casa, em Milão, quando morreu.


A nova edição de um dos maiores clássicos da literatura norte-americana moderna.
Um livro emblemático sobre racismo e injustiça: a história de um advogado que defende um homem negro acusado de estuprar uma mulher branca nos Estados Unidos dos anos 1930 e enfrenta represálias da comunidade racista. O livro é narrado pela sensível Scout, filha do advogado. Uma história atemporal sobre tolerância, perda da inocência e conceito de justiça.O sol é para todos, com seu texto forte, melodramático, sutil, cômico (The New Yorker) se tornou um clássico para todas as idades e gerações.Com nova tradução e projeto gráfico, este clássico moderno volta à cena, justamente quando a autora lança uma continuação dele, causando euforia no mercado. Desde o anúncio de sua sequência, O sol é para todos é um dos livros mais buscados e acessados no site do Grupo Editorial Record. Já vendeu mais de 30 milhões de cópias nos Estados Unidos e, no último ano, ganhou a recomendação do presidente Barack Obama, que proferiu o seguinte elogio: "Este é o melhor livro contra todas as formas de racismo."
O Sol é Para Todos – que também foi traduzido no Brasil como Mataram a Cotovia ou Não Matem a Cotovia – foi lançado por Harper Lee em 1960, com o título original de To Kill a Mockingbird. Sucesso instantâneo, o livro vendeu 500 mil cópias no primeiro ano e inspirou um longa-metragem lançado dois anos depois, dirigido por Robert Mulligan e estrelado por Gregory Peck, que teve oito indicações ao Oscar.
-Vencedor do Prêmio Pulitzer.
-Escolhido pelo Library Journal o melhor romance do século XX.
-Eleito pelos leitores de Modern Library um dos 100 melhores romances em língua inglesa.

-Filme homônimo venceu o Oscar de melhor roteiro adaptado.



Durante a última semana de novembro de 1327, em um mosteiro franciscano na Itália, paira a suspeita de que os monges estejam cometendo heresias. O frei Guilherme de Baskerville é, então, enviado para investigar o caso, mas tem sua missão interrompida por excêntricos assassinatos. A morte, em circunstâncias insólitas, de sete monges em sete dias, conduz uma narrativa violenta, que atrai o leitor por seu humor, crueldade e erotismo.

O Nome da Rosa, que foi adaptado para o cinema em 1986 pelo diretor Jean-Jacques Annaud. Sean Connery estrelou o filme, que conta a história de um monge que passa a investigar uma série de mortes. 

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