16/10/2017

Manuscrito Indica Séries
House, M. D.

Oi pessoal!tudo bom?

O Manuscrito Indica Séries de hoje é sobre uma série antiga (do ano 2004), já finalizada (no ano de 2012) e uma série médica. Se você ainda não descobriu qual série e eu vou contar, House, M.D. 



Primeiro eu vou contar para vocês como eu descobri e porquê eu estou falando sobre essa série. Vocês, que seguem o blog regularmente, já devem ter percebido que eu sou meio viciada em Netflix, pois então, eu estava a toa na quarta feira passada e apareceu como sugestão para que eu assistisse House, M.D.,  eu confesso que séries médicas não fazem muito o meu gosto, então, de início eu não levei muito a sério mas com o desenrolar das temporadas a série foi ficando tão boa que foi difícil parar de assistir. Aí, quando eu fui escolher o tema desse post eu logo pensei "preciso falar sobre House , M.D., mesmo que seja uma série conhecida e já finalizada, as pessoas precisam conhecer e comentar sobre".


House, M.D. é uma série médica focada em investigação. Aí você me pergunta "como assim?". Bom, a série fala sobre um médico totalmente antiético, antissocial e viciado que é especialista em diagnósticos complicados. House não confia em ninguém e menos ainda em seus pacientes, para ele todo mundo mente.

Dr. House é auxiliado por uma equipe de três médicos, cada um de uma especialidade diferente que o ajuda na descoberta do diagnóstico das misteriosas doenças. Nas primeiras 3 temporadas, House é auxiliado por Dra. Cameron, que tem uma forte necessidade de ajudar as pessoas e acaba desenvolvendo uma paixão pelo House, Dr. Chase, que parece que está mais perdido do que bunda de índio em tiroteio, e Dr. Foreman, que não quer ser como House, mas tá ficando igual. No início da quarta temporada o House inicia um processo seletivo para escolher a nova equipe, mas, como para o House nada é normal, ele transforma essa seleção num jogo, onde o premio final pe uma vaga na equipe dele e assim ele faz com que os médicos compitam entre si. Até a o final da quinta temporada (onde eu parei de assistir para vir escrever este post para vocês) a equipe do House é composta pela 13, esse não é o nome dela, mas o House a chama assim e acabou pegando e ela descobre algumas coisas não muito legais no decorrer da temporada, Kurtner, um indiano meio sem noção e que me lembra muito Koothrapalli de TBBT, Taub, um cirurgião plástico que não pode mais trabalhar como cirurgião, e o Foreman, que a essa altura já é quase um mini House.


A série se passa no Princeton-Plainsboro Teaching Hospital que é administrado pela Dra. Lisa Cuddy, que está sempre batendo de frente com House por conta dos métodos pouco convencionais que ele usa no diagnóstico e tratamento de seus pacientes. Mesmo com essas brigas, a química entre eles é bem intensa e as cenas que rola entre os dois são geralmente bem engraçadas.

Para que um paciente seja admitido pelo House é necessário que ele esteja em estado crítico e seus sintomas sejam bem diferentes do normal. House não mede esforços para que o diagnóstico seja feito e seu paciente seja tratado, mas não se engane pensando que ele faz isso por empatia com a situação do paciente. Ele faz de tudo para descobrir qual a enfermidade do paciente, seja por meios tradicionais ou pouco tradicionais, apenas porque não consegue ficar sem montar um quebra cabeça, para ele aquilo é um jogo e ele deve ser o vencedor. 


House possui apenas um amigo, o oncologista Dr. James Wilson, ele é o único que consegue aguentar o House e suas brincadeiras, seu cinismo e sua mania de falar tudo o que pensa sem se importar com os outros. 


A série me conquistou por um pequeno detalhe, que pode parecer bobo para alguns, o sarcasmo e cinismo de House. Amo personagens com essas características. E o fato do House  não se importar nem um pouco com o bem estar dos pacientes, sua obsessão pelos casos extremamente complicados e por ele ser um médico viciado em Vicodin que admite ser viciado, mas que não faz nada para mudar isso, me fizeram amar ainda mais a série.

E, para terminar, uma curiosidade. o Dr. Gregory House é baseado no detetive Sherlock Holmes, criado pelo escritor Sir Arthur Conan Doyle.

Até a próxima e beijos!

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