Resenha #132
Sherlock Holmes em: O Signo dos Quatro - Arthur Conan Doyle

Título: O Signo dos Quatro (Sherlock Holmes)
Autor (a): Sir Arthur Conan Doyle 
Lançamento: 1999
Estante: Skoob
Páginas: 112
Editora:  Melhoramentos
Literatura: Estrangeira
Gênero: Romance Policial, suspense
Estrelas: 5/5
Sherlock Holmes ainda hoje é um dos mais atraentes personagens dos romances policiais. Desvendar crimes que pareciam insolúveis até mesmo para a Scotland Yard, a famosa polícia inglesa, fez seu nome um sinônimo de detetive. E, como a vida parece mesmo imitar a ficção, a imortal criação de Sir Arthur Conan Doyle continua a despertar o interesse de jovens e adultos, de tal forma que o seu endereço fictício abriga hoje o museu do ilustre detetive, atraindo visitantes do mundo inteiro.
Mais uma resenha para o Clube de Temas, que dessa vez traz como gênero do mês o Romance Policial. Esse não é o meu gênero preferido, mas, não sei porque, eu tenho uma boa quantidade de livros do detetive mais conhecido do mundo literário, Sherlock HolmesEntão, não eu poderia escolher um livro diferente para essa resenha do Clube de Temas, além do Sherlock Holmes e o livro dele escolhido foi O Signo dos Quatro.


Continuando a Saga de Sherlock Holmes e Dr. Watson, O signo dos Quatro é o livro seguinte a Sherlock Holmes em: Um estudo em VermelhoAqui Sherlock precisa desvendar o mistério da morte de Bartolomeu Sholto e onde está o tesouro de Agra. Para isso ele precisa descobrir quem é o assassino. 

[...] Tão rápidos, silenciosos e furtivos eram seus movimentos, como os de um cão de caça treinado farejando uma pista, que não pude deixar de pensar que criminoso terrível ele teria sido se tivesse canalizado sua energia e sagacidade contra a lei, em vez que aplicá-las em sua defesa. 

Dr. Watson está preocupado com seu amigo que parece estar sendo consumido pelo tédio e a única coisa para a qual ele mostra algum tipo de reação é para seu vício em cocaína. Nessa situação os dias passam cada vez mais lentos e apenas a simples menção a um novo mistério dá a Sherlock um novo ânimo.

A responsável por levar o mistério até o detetive é Miss Morstan, que em seu relato lhe diz que tem o que ela considera um problema muito difícil de ser resolvido, precisando assim recorrer ao nosso protagonista. Assim, Sherloc volta à ativa e começa seu processo de estudo do caso. Durante a investigação ele e Watson acompanham Miss Morstan em uma pequena expedição para descobrir quem é a pessoa que envia todos os anos uma pérola rara para a garota e que parece estar diretamente ligado ao pai dela que está desaparecido.


Porém, ao chegar até  local de sua expedição, eles são levado até Mr. Thaddeus que, apesar de sua cara pouco agradável, lhes conta tudo que sabe sobre o envio das pérolas e o desaparecimento de Bartolomeu. Com cada vez mais animação sobre as possibilidades do curso da investigação, Sherlock sai em mais uma expedição junto a seus companheiros  em busca da casa de Bartolomeu.

Entretanto, ao chegar lá, eles se deparam com um cenário macabro e que a primeira vista não lhes oferece uma explicação muito lógica. Mas, ao investigar cada detalhe da cena, ele encontra uma pista e começa a segui-la, contudo, seu assassino é mais esperto do que ele imaginou e lhe lança uma série de desafios para que o detetive nunca consiga encontrá-lo. 

Com a publicação de seus feitos pelo Dr. Watson, Sherlock precisa ter um pouco mais de cuidado com seus movimentos para que não chame a atenção de pessoas indesejadas. diferente de um outro livro que eu li do detetive, aqui, apesar de ainda ser bastante orgulhoso, ele não se acha mais tão superior aos demais. Aqui ele tenta explicar para Watson como ele aplica seus métodos de investigações e também tentar fazer com que ele entenda todos os lados do caso investigado. 


Arthur Conan Doyle construiu uma história sem nenhum tipo de divisão, nos fazendo ler o livro incessantemente até que entendamos todo o caso e o mistério que ronda os personagens. E confesso que me surpreendi bastante com esse mistério, que durante o livro o autor vai soltando pistas para que nós, leitores, possamos desvendar o mistérios, mas no fim não era nada do que eu esperava.

Minha edição é bem velhinha, eu comprei ela quando era criança e fui pela primeira vez na bienal, então as folhas estão bem amareladas pelo tempo, mas a diagramação está boa, as letras em ótimo tamanho. A capa dessa edição que eu tenho é bem bonita.  Apesar de não ser bem meu gênero favorito, eu achei bem interessante a história e a maneira que o Sherlock desvendou o mistério.  Mal posso esperar para ler a próxima aventura de Sherlock Holmes!

Beijos e até a próxima!

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2 comentários:

  1. Olá, tudo bem?

    Adoro romance policial, aliás, um dos meus gêneros prediletos na literatura. Doyle é um dos meus autores preferidos, alguém a quem recorro quando preciso ler algo para relaxar. Então vou dizer, quando li "Mal posso esperar para ler a próxima aventura de Sherlock Holmes!" fiquei foi é muito feliz de ver que foi "mordida" por esse gênero e principalmente pelo autor.

    Bjsss

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  2. Oieee,
    Sherlock esta na minha lista junto com a Aghata kkkk apesar de serem reis do gênero e eu ser uma louca por essas leituras, carrego a vergonha de ainda não ter os lido, mas pretendo mudar isso esse ano. Adorei a dica e já vou deixar o título anotado.

    Beijokas

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