Destaques

12 de março de 2019

Lançamentos @FaroEditorial de Março

Esse mês a Faro Editorial lança 3 livros totalmente diferentes.
Até Onde O Amor Alcança, novo romance do autor do Júlio Hermann, que vai falar sobre o (des)amor COMPRAR: AMAZON

A Mulher Com Olhos De Fogo - O Despertar Feminista Nawal El Saadawi, um livro que vai relatar sobre feminismo COMPRAR: AMAZON

E tem Mitos E Falácias Sobre A América Latina - Do Bom Selvagem Ao Bom Revolucionário - Carlos Rangel, livro de política que vai fazer a gente pensar um pouco sobre o papel de vítima da América Latina COMPRAR: AMAZON

Os livros já estão em pré-venda e o lançamento está previsto para o final da próxima semana.

Até Onde O Amor Alcança - Júlio Hermann

“Ninguém avisa a gente que amar faz a pele arder e o peito dilatar, seja com as coisas dando certo ou não. Hoje eu quero o para sempre, mesmo sabendo que não posso controlar tudo. Há coisas minhas que são tão suas, a ponto de eu não ter coragem de colocar uma roupa nova sobre elas, porque eu não quero te esquecer.”

Em Até Onde O Amor Alcança, o autor fala sobre o que aprendemos nesse percurso, os erros que cometemos, os desencontros e como lidar com as ressacas. Descobrir o exato momento em que o amor acaba, ou deixa de ser suficiente, aprender a viver sem alguém que foi nossa luz e vida. Um livro visceral e poético sobre amar, reconhecer o momento de cada um de nós, respeitar a individualidade do outro e seguir. Julio Hermann estampa em seus textos o coração partido que vai se reconstruir, usando de uma sinceridade e melodia capar de reverberar até nos corações mais gelados.Talvez estar apaixonado seja uma das melhores sensações da vida. Saber que existe alguém que faz seu coração bater tão forte alegra o nosso dia, mas abrir o coração e deixar tudo para trás quando o amor acaba pode ser difícil. Mostrar vulnerabilidade, raiva, tristeza, perdão e reconhecer erros é o melhor caminho para crescer de verdade.

A Mulher Com Olhos De Fogo - O Despertar Feminista - Nawal El Saadawi

A história profunda, dolorida e inesquecível de uma mulher que esteva esperando para ser executada.

Ficção baseada no relato verdadeiro de uma mulher que espera sua execução em uma prisão no Egito. Sua história chega até a autora Nawal El Saadawi, que resolve conhecer Firdaus para entender o que levou aquela prisioneira a um ponto tão crítico de sua existência.“Deixe-me falar. Não me interrompa. Não tenho tempo para ouvir você”, começa Firdaus. E ela prossegue contando sobre como foi crescer na miséria, sua mutilação genital, ser violada por membros da família, casar ainda adolescente com um homem muito mais velho, ser espancada frequentemente, e ter de se prostituir... até que, num ato de rebeldia, reuniu coragem para matar um de seus agressores, levando-a à prisão.Esse relato é um implacável desafio a nossa sociedade. Fala de uma vida desprovida de escolhas, mas que em meio ao desespero encontra caminhos. E, por mais sombrio que isso possa parecer, sua narrativa nos convida a experimentar um pouco dessa liberdade encorajadora através das transformações internas de Firdaus.O que acontece com ela é o despertar feminista de uma mulher.Firdaus era muito mais do que mais uma prisioneira na cidade de Qanatir. Uma mulher condenada à morte pelo assassinato de um homem. Uma mulher que não recebia visitas, quase não se alimentava e pouco falava. Uma mulher à espera do destino, que estava pagando o preço por desafiar o seu mundo uma única vez, mas que a mantinha de cabeça erguida, com os olhos flamejantes, de coragem.

 


Mitos E Falácias Sobre A América Latina - Do Bom Selvagem Ao Bom Revolucionário - Carlos Rangel

Uma resposta às Veias Abertas da América Latina, é um guia para entender o pensamento vitimista e a ascensão frequente de líderes populistas.

Neste livro, o escritor e um dos maiores pensadores liberais do continente, o venezuelano Carlos Rangel (1929 – 1988), expõe as mazelas de um pensamento político falido, que é reproduzido não apenas nos países sul-americanos, mas em diversas regiões do mundo. O resultado desse sistema são gerações fracassadas devido às mesmas ideologias, incapacidades e ilusões. Rangel afirma que parte da culpa é das universidades, de não fazer bem seu trabalho de educar profissionais de maneira eficiente e argumentou que a América Latina tem todas as condições para o êxito, mas que seu pecado está em não enfrentar as falhas.
O autor propõe um meio de lidar com o problema: precisamos nos livrar das sombras mentais que nos desviam de um futuro potencial e dissipar os mitos que perpetuam uma fatídica auto opressão, marcada pela perversão do estado de direito e pela racionalização, que atribui aos outros países a culpa pelo atraso dos países de “terceiro-mundo”.
Desde a colonização europeia, o velho discurso populista de que nossos problemas são causados pelos outros: pelas nações ricas e capitalistas, que nos exploram e retiram nossas riquezas, que nos colocam numa posição sempre desfavorável, e que precisamos de grandes heróis patriotas que estão dispostos a enfrentar o imperialismo e trazer novamente a dignidade e reconhecimento que merecemos.

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