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6 de abril de 2019

Resenha #214
A Heroína da Alvorada - Alwyn Hamilton @editoraseguinte

Título: A Heroína da Alvorada (A Rebelde do Deserto #3)
Autor (a): Alwyn Hamilton
Lançamento: 2018
Páginas: 384
Editora: Seguinte
Comprar: Amazon
Estante: Skoob
Literatura: Estrangeira
Gênero: Fantasia
Estrelas: 5/5

No último volume da trilogia A Rebelde do Deserto, Amani vai se deparar com a escolha mais difícil que já teve que fazer: entre si mesma e seu país. 
Quando a atiradora Amani Al-Hiza escapou da cidadezinha em que morava, jamais imaginava se envolver numa rebelião, muito menos ter de comandá-la. Depois que o cruel sultão de Miraji capturou as principais lideranças da revolta, a garota se vê obrigada a tomar as rédeas da situação e seguir até Eremot, uma cidade que não existe em nenhum mapa, apenas nas lendas — e onde seus amigos estariam aprisionados. Armada com sua pistola, sua inteligência e seus poderes, ela vai atravessar as areias impiedosas para concluir essa missão de resgate, acompanhada do que restou da rebelião. Enquanto assiste àqueles que ama perderem a vida para soldados inimigos e criaturas do deserto, Amani se pergunta se pode ser a líder de que precisam ou se está conduzindo todos para a morte certa.



Finalmente eu vim trazer para vocês a conclusão dessa trilogia maravilhosa. Eu sei que demorei um pouco para trazer essa resenha, mas eu estava num momento de transição onde eu resolvi começar uma nova faculdade e meus horários acabaram ficando um pouco malucos. Mas vamos a resenha!

A Heroína da Alvorada começa após os acontecimentos finais de A Traidora do Trono. Agora, Amani é quem lidera a rebelião. Ela não esperava que isso fosse acontecer, mas foi a única maneira que ela encontrou de manter viva a rebelião inicia da por Ahmed, após esse  se encontrar aparentemente morto.

A rebelião está um caos, Ahmed está morto e, para completar, Delilah e Shazad estão presas em algum lugar que Amani não sabe, Miraji está com uma redoma e todos os inimigos a cercando, o que torna a entrada e a saída da cidade praticamente impossível.

Como se tudo isso não fosse o suficiente, a bandida de olhos azuis ainda descobre que o Sultão tem planos ainda piores do que ela pensava e que ele está a procura de algo que se imaginava há muito estar perdido e que se ele encontrar pode ser o fim de Miraji.

Agora, mais do que nunca, Amani precisa fazer o possível e o impossível para salvar seus amigos, manter a rebelião viva e salvar Miraji das mãos do Sultão tirano.

Eu, particularmente, não gosto muito de finais de série e trilogias, pois eu sempre fico com um gostinho de quero mais. No entanto, Alwyn conseguiu dar um desfecho magnífico para a trilogia, onde, ao final, acompanhamos alguns anos após o fim da rebelião. 

Esse livro, apesar de ser menor que o anterior,  tem bastante acontecimentos e muitas coisas para resolver. Em momento algum Amani conseguiu um tempinho para relaxar, a cada segundo um novo problema aparecia e novamente ela estava lá, pronta para salvar a todos, mesmo que para isso tivesse que morrer. 

Um dos pontos altos do livro foi ver Amani numa posição de liderança e ver como ela lidava com isso, sozinha e sem seus amigos para lhe ajudar. E mesmo nessa situação, ela soube se virar bem e conseguiu resolver as coisas, mesmo que com alguns contratempos pelo caminho.

Recomendo bastante a trilogia A Rebelde do Deserto para quem ama fantasia com personagens femininas e com uma cultura bem diferente da nossa. 

Beijos e até a próxima!

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